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	<description>Redes sociais corporativas</description>
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		<title>Rede Social Corporativa: Motivos para Adoção</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 16:28:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ramos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Grande parte dos colaboradores de qualquer organização nos dias atuais estão utilizando algum tipo de plataforma social, seja ela o Facebook, Orkut, Linkedin, Twitter,etc. Todas estas ferramentas oferecem um ambiente de compartilhamento, colaboração e interação para os mais variados fins. Da informação jornalística à religiosa, ou simplesmente pela socialização com outros membros, inevitavelmente as redes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Grande parte dos colaboradores de qualquer organização nos dias atuais estão utilizando algum tipo de plataforma social, seja ela o Facebook, Orkut, Linkedin, Twitter,etc. Todas estas ferramentas oferecem um ambiente de compartilhamento, colaboração e interação para os mais variados fins. Da informação jornalística à religiosa, ou simplesmente pela socialização com outros membros, inevitavelmente as redes sociais fazem parte de nosso novo cotidiano. Mais importante até do que a forte adoção destaca-se a velocidade quase que viral que a informação flui nestes ambientes.</p>
<p>Frente a este advento, questiona-se porque tais ferramentas não deveriam ser adotadas pelas empresas como meios de comunicação e interação entre seus funcionários? Diante desta questão destaco a seguir alguns motivos para adoção das mesmas no ambiente corporativo:</p>
<h2>1. Velocidade de acesso e transmissão do conhecimento</h2>
<p>Uma rede social corporativa permite que o fluxo de conhecimentos existentes na empresa seja feito de forma instantânea, que as informações sejam preservadas e que todos tenham acesso independente da localidade.</p>
<p>Ideias de funcionários, resultados de projetos, melhores práticas, links de artigos, estudos, blogs, notícias sobre a área de atuação, tudo isto pode ser compartilhado de com todos.</p>
<p>Redes sociais corporativas permitem que funcionários possam adquirir constantemente novos conhecimentos, ouvir a opiniões de outros profissionais, interagir de forma mais rápida na solução de problemas complexos relacionados às rotinas da empresa.</p>
<h2>2. Funcionários mais criativos e inovadores</h2>
<p>A criação de um canal de comunicação onde se atrai os funcionários, independentemente de sua posição e experiência para contribuir com suas opiniões, idéias e sugestões incentiva a formação de um ambiente promissor para a geração de inovações ou ações de melhoria que podem promover inúmeros benefícios a organização.</p>
<h2>3. Maior eficácia na comunicação e engajamento dos funcionários</h2>
<p>Permitir e promover ações de comunicação nas equipes sobre os progressos e dificuldades com maior freqüência, aproximar os funcionários das decisões, criar uma postura transparente, ouvir e compartilhar opiniões favorece o compromisso e engajamento das equipes em situações como: mudanças na organização, momentos de crise, decisões difíceis, eventos internos, iniciativas, novos projetos,etc.  </p>
<h2>4. Maior comunicação, confiança e entendimento entre os colaboradores</h2>
<p>As interações promovidas por uma rede social corporativa favorecem a integração de profissionais, facilita a adaptação de novos recursos na empresa, facilita comunicações e conversas entre membros de diferentes áreas, sem limites geográficos.</p>
<p><img src="http://suarede.com.br/site/wp-content/uploads/2012/02/pessoas-empresa-300x117.jpg" alt="pessoas empresa 300x117 Rede Social Corporativa: Motivos para Adoção" title="pessoas-empresa" width="300" height="117" class="aligncenter size-medium wp-image-1526" /></p>
<p>Conhecer o perfil e as contribuições dos membros de uma rede social corporativa nos ajuda a saber: em que área eles trabalham, a sua carreira, que projetos estão alocados, o que pensam, o que sabem, o que podem contribuir, etc.</p>
<p>A integração de colaboradores e o fortalecimento dos relacionamentos profissionais, promovem a criação de um ambiente de confiança e respeito mútuo que facilita o entendimento entre os membros na implementação de ações conjuntas.</p>
<h2>5. Equipes mais unidas, eficientes e produtivas</h2>
<p>Redes sociais corporativas permitem que você crie grupos específicos relacionados com projetos específicos ou desafios da empresa. A formação destes grupos facilita o compartilhamento de informações entre os membros envolvidos e unifica a documentação relacionada ao projeto, o entendimento do escopo trabalhado, a evolução do projeto, facilita o registro de lições aprendidas,etc.</p>
<p>Enfrentar o mesmo desafio e mesmos objetivos promove o trabalho em equipe, incentiva a participação e aumenta a performance. O funcionário se sente parte de algo, orgulhoso em contribuir com idéias, mais comprometido e satisfeito.</p>
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		<title>Cinco Mitos sobre Redes Sociais Corporativas</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 19:01:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<description><![CDATA[Analisando alguns comentários e opiniões frequentes de sites que tratam do tema “Redes Sociais Corporativas”, identifiquei que existe um conjunto comum de falsas verdades sobre a implementação de redes sociais nas empresas. Em conversas com gestores e diretores de organizações, tais opiniões ser tornaram quase que verdades absolutas. Lê-se comumente que o processo de implantação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Analisando alguns comentários e opiniões frequentes de sites que tratam do tema “Redes Sociais Corporativas”, identifiquei que existe um conjunto comum de falsas verdades sobre a implementação de redes sociais nas empresas. Em conversas com gestores e diretores de organizações, tais opiniões ser tornaram quase que verdades absolutas. Lê-se comumente que o processo de implantação de uma rede social corporativa como algo mais danoso que benéfico para uma empresa, citando como problemas o alto custo de manutenção,  a perda de produtividade, o vazamento de informações sigilosas, etc. Diante deste cenário, resolvi aqui elencar aqui conforme texto a seguir o que considerei como os principais mitos sobre Redes Sociais Corporativas.</p>
<h3>Mito 1: Implementar um rede social corporativa requer um alto investimento</h3>
<p>Todas as organizações podem implementar sua própria rede social sem investir grandes recursos. Não existe a necessidade de contratação de consultorias internacionais para a adoção de uma rede social.</p>
<h3>Mito 2: Implementar um rede social corporativa é algo muito complexo</h3>
<p>Se você deseja construir uma rede social para cobrir uma série de necessidades muito específicas de seus usuários, você irá necessitar do apoio de uma empresa especializada no processo de planejamento e implementação. Entretanto, na maioria dos casos basta usar as ferramentas como da SuaRede (ou similar) que oferecem uma plataforma na modalidade “Assine e Use”. Ferramentas como a SuaRede oferecem um ambiente com usabilidade similar as redes sociais públicas como o Facebook e Orkut. Esta características aceleram e facilitam o processo de implantação de uma rede social, sem a necessidade de longos treinamentos por parte dos usuários.</p>
<h3>Mito 3: Implementar um rede social corporativa não gera benefício</h3>
<p>Uma rede social corporativa devidamente implementada e institucionalizada aumenta o nível de produtividade das equipes. Somente o fato de se estabelecer uma comunicação direta entre vários membros das diversas áreas de uma empresa obtêm-se uma série de benefícios que podem incluir:<br />
1.    Disseminação por todas as áreas do conhecimento gerado na empresa.<br />
2.    Melhorias no acesso a informação pelos funcionários, questão cada vez mais vital em função da rápida mudança de cenários nas organizações.<br />
3.    Aumento significativo da eficiência na coordenação de projetos desenvolvidos pela empresa, bem como a redução de duplicidade de informações.</p>
<h3>Mito 4: Implementar um rede social corporativa aumenta o risco de vazamento de informações estratégicas da empresa</h3>
<p>Nos ambientes onde circulam informações confidenciais é recomendado a adoção de medidas básicas de segurança, tais como o acesso por nome de usuário e senha, proteção de grupos e documentos, envio de mensagens de forma confidencial, etc. No combate ao vazamento de conteúdo sensível, a melhor opção é fornecer treinamento para as pessoas que têm acesso a ele. Por exemplo, os funcionários da sua empresa sabem que a divulgação de informações confidenciais tem consequências legais? Vazamento de informações recentes como os documentos divulgados pelo Wikileaks demostram que mesmo em ambientes altamente seguros, podem existir vazamento de informações.</p>
<h3>Mito 5: Implementar um rede social corporativa diminui a produtividade das equipes </h3>
<p>Se você é um gestor que valoriza a “Produtividade Presencial”, você vai notar após a implantação de uma rede social uma forte melhoria  na comunicação interna , e permite que funcionários interajam uns com os outros , independentemente de onde estejam, e isto irá promover o alcance de seus objetivos de forma mais rápida e mais eficiente.</p>
<p>Tenho acompanhado diversas implementações em empresas que relatam que as milhares de interações promovidas pela adoção de uma rede social já produziram diversas ações de melhorias em processos como atendimento ao cliente, entregas de produtos, acompanhamento de projetos, estratégias de vendas entre outros.</p>
<p>O grande desafio por parte das organizações não está na implementação e sim no medo da mudança, mal que ainda assola grande parte dos gestores nos dias atuais.</p>
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		<title>O que é marketing político?</title>
		<link>http://suarede.com.br/site/256/o-que-e-marketing-politico/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 13:37:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[marketing político]]></category>

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		<description><![CDATA[O Marketing Político vem se consolidando cada vez mais como peça fundamental no processo eleitoral. Saiba mais sobre este trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Uma campanha de marketing político</h2>
<h3>A eleição</h3>
<p>É impossível pensar em eleições, nos dias de hoje, sem pensar numa estrutura de marketing atuando em todos os segmentos do eleitorado.</p>
<p>Propaganda eleitoral deixou de ser apenas o ato de imprimir alguns milhares de folhetos coloridos e pichar os muros da cidade com o nome do candidato.</p>
<p>As campanhas eleitorais deixaram de ser intuitivas e se tornaram racionais, os palpites gratúitos cederam lugar à pesquisa; os temas principais, com determinadas palavras-de-ordem, aparentemente corretas mas aleatórias, agora têm origem em slogans com conceito e estratégia. Enfim: a propaganda política deixou para trás o amadorismo para se tornar profissional.</p>
<p>Comparando com campanhas de produtos e serviços: de um lado está o produto/serviço; do outro, o mercado consumidor. Na campanha eleitoral, de um lado o candidato e do outro os eleitores.</p>
<p>Existem alguns requisitos básicos para o sucesso de uma campanha eleitoral:</p>
<p>1. a existência de planos estratégicos, de orientação geral e detalhamento de atividades, tempo e recursos;</p>
<p>2. a existência de mão-de-obra especializada em propaganda;</p>
<p>3. a existência de um monitoramento durante todo o processo</p>
<h3>O Marketing Político</h3>
<p>Marketing Político são todos os recursos utilizados na troca de benefícios entre candidatos e eleitores.</p>
<p>Esses benefícios, no sentido candidato-eleitores seriam, essencialmente, as promessas, as vantagens do candidato e a sua linha de comunicação. No sentido oposto, ou seja, eleitores-candidatos, são os votos e as informações necessárias para obtê-los.</p>
<p>Alguns elementos compõem o quadro de planejamento de uma campanha de marketing político:</p>
<p>1. o <strong>meio ambiente</strong> em que se realiza a campanha eleitoral e que vai proporcionar oportunidades e ameaças ao sucesso de um candidato;</p>
<p>2. a <strong>administração da campanha eleitoral</strong>, que é a sua principal força de vendas, formada pelo próprio candidato, o seu partido político e os grupos de interesse alinhados com a sua candidatura;</p>
<p>3. o <strong>conceito de produto</strong>, que é a filosofia política do candidato, a escolha de temas específicos a serem tratados e a definição de suas posições a propósito dos temas. Além da formulação e da adoçäo de um estilo pessoal que conserve e amplie suas qualidades.</p>
<p>4. <strong>canais de comunicação e distribuição</strong>, que envolvem decisões e ações a respeito da utilização de mídia de massa e seletiva, aparições voluntárias, auxílio voluntário e partidário;</p>
<p>5. <strong>segmentos de eleitores</strong> diferenciados;</p>
<p>6. <strong>acompanhamento e revisão</strong> contínua e sistemática de resultados que impliquem em reorientação da campanha.</p>
<p>Além dos eleitores propriamente ditos, há outros grupos que precisam ser estimulados, tais como o partido político, os contribuintes da campanha eleitoral e os grupos de interesse alinhados à candidatura. Para isso, a Assessoria Política da campanha deverá canalizar de maneira adequada o seu potencial em função das necessidades imediatas.</p>
<h3>O Candidato</h3>
<p>O candidato obtém preferências com base:</p>
<ul>
<li>no seu nome</li>
<li>no seu talento pessoal em dar início a uma reação emocional</li>
<li>na sua habilidade em utilizar a m’dia de massa</li>
<li>na sua capacidade de se projetar.</li>
</ul>
<ol>
<li>Além disso, há todo um processo de desenvolvimento pelo qual o candidato deve passar:</li>
<li>apresentar uma personalidade bem definida. Como acontececom os produtos, uma imagem de qualidade;</li>
<li>ainda na comparação com o marketing de produtos, deve identificar-se com uma instituição que lhe dê apôio e credibilidade: a própria inscrição partidária;</li>
<li>definida a personalidade e colocada esta dentro de um contexto de organização (o partido), o candidato deverá impor a sua marca (o seu nome).</li>
</ol>
<p>Em resumo, o candidato deve:</p>
<ol>
<li>planejar formalmente a sua estratégia de campanha, sua postura diante dos problemas, sua propaganda, suas aparições, sua base para a obtenção de fundos, sua monitoria da situação, seus objetivos, sua alocação de recursos e o tempo de que dispõe para obter a aprovação dos eleitores;</li>
<li>construir uma forte organização de ações, capaz de reforçar, durante todo o processo, as posições assumidas durante a campanha eleitoral, sem que ocorra a perda de campos já conquistados.</li>
</ol>
<h3>O candidato e o partido</h3>
<p>A importância do partido político no universo do candidato deve ser medida dentro dos seguintes parâmetros:</p>
<ol>
<li>o partido está para o candidato como a empresa para o produto. Ele significa um sistema que detém um conjunto de recursos para atingir os eleitores. Assim, como não existe produto sem uma empresa que identifique a sua origem, não existe candidato sem partido.</li>
<li>o partido, então, pode ter uma imagem que acrescente ou subtraia. Porisso, é importante saber se o partido agrega imagem positiva ao candidato, assim como o nome de uma empresa de prestígio no mercado acrescenta prestígio a um produto.</li>
</ol>
<h2>Os componentes do marketing político</h2>
<h3><strong>1. A Pesquisa de Mercado</strong></h3>
<p>A pesquisa de mercado procura descobrir o que vai ao encontro dos interesses do eleitor, identificando as suas necessidades, seus desejos e seus valores. Com isso, o candidato pode desenvolver estratégias com uma margem de erro muito menor.</p>
<p>Numa campanha eleitoral, devem ser pesquisados o tamanho do mercado e a sua segmentação, o que qualifica o eleitor, o potencial deste mercado com base em padrões históricos de voto, a opinião dos eleitores em torno de assuntos importantes e sobre posições assumidas.</p>
<p>O resultado da pesquisa pode determinar o próprio conteúdo da mensagem do candidato.</p>
<h3><strong>2. O conceito e a estratégia do candidato</strong></h3>
<p>O que vincula um eleitor a um candidato é a imagem deste último.</p>
<p>Esta imagem, mesmo quando já existente, pode ser planejada e trabalhada. Por outro lado, é preciso ficar atento a como o eleitor está percebendo esta mensagem. Isto precisa ser sistematicamente conferido.</p>
<p>A imagem planejada de um candidato deve conceituar adequadamente sua maneira de se vestir, suas maneiras, suas declarações e o conjunto das suas ações. O objetivo é que o candidato tenha uma aparência e um comportamento que correspondam à percepção e aos desejos do eleitor.</p>
<p>Para conceituar o candidato e definir sua estratégia:</p>
<ul>
<li>definir, com base em pesquisa de mercado, um tema para o candidato, em torno do qual o interesse do eleitor será construido.</li>
<li>identificar os principais problemas e a maneira como são encarados e sentidos pelos eleitores;</li>
<li>excluir os conceitos não desejados em razão da personalidade e dos antecedentes do candidato;</li>
<li>testar o conceito escolhido através de pesquisas periódicas;</li>
<li>decidir sobre a adoção de mais de um conceito, sendo um principal e outro, ou outros, secundários, desde que plenamente compatíveis.</li>
</ul>
<h3><strong>3.Estratégia de Comunicação</strong></h3>
<p>O conceito do candidato é a base para o plano de comunicação da campanha.</p>
<p>Para um programa de propaganda paga ou gratúita, devem ser tomadas as seguintes providências:</p>
<ol>
<li>definir a mensagem básica da campanha</li>
<li>definir a melhor maneira de apresentar visualmente o   candidato;</li>
<li>definir as pesquisas que serão veiculadas;</li>
<li>definir os veículos adequados para a veiculação;</li>
<li>elaborar os programas orçamentários de produção e veiculação da campanha, que devem ser detalhados toda semana até a data de realização das eleições.</li>
</ol>
<p>Paralelamente, deve ser desenvolvido um programa de aparições pessoais do candidato. Este programa deve ser controlado pela Assessoria Política.</p>
<p>É preciso ficar atento, neste programa, para as limitações de tempo do candidato. É bom lembrar que o candidato tem, ainda, a responsabilidade de motivar o partido, seus cabos eleitorais e os eleitores comprometidos com a campanha.</p>
<h3>4. Programa de Trabalho Voluntário</h3>
<p>Inúmeras pessoas devem ser treinadas para compor grupos de trabalho voluntário na campanha.</p>
<p>Entre as tarefas do trabalho voluntário estão as de preparação de eleitores e auxiliares, a participação como oradores para platéias específicas, o envio de malas-diretas, o levantamento e registro de votos, o transporte e alimentação dos eleitores no dia das eleições, entre muitas outras funções.</p>
<p>Para que a Assessoria Política consiga gerenciar bem o trabalho voluntário, deve:</p>
<ol>
<li><strong>valorizar</strong> o partido como centro de decisões</li>
<li>estar sempre <strong>motivando</strong> os colaboradores;</li>
<li>estabelecer <strong>objetivos e metas</strong> para a equipe voluntária;</li>
<li>estabelecer um sistema de <strong>controle</strong> de realizações;</li>
<li><strong>treinar </strong>o pessoal e acompanhar de perto o seu trabalho</li>
</ol>
<div>Fonte: <a href="http://www.umacoisaeoutra.com.br/marketing/mktpol.htm" target="_blank">Uma coisa e outra</a></div>
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		<title>As Eleições 2012 e o Marketing Político</title>
		<link>http://suarede.com.br/site/249/marketing-politico-2012/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 12:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[marketing político]]></category>
		<category><![CDATA[política 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais privadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça os desafios do marketing político digital e como a SuaRede pode ajudá-lo,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As Eleições 2012 acontecerão em outubro e muitos candidatos ainda não possuem uma estratégia de marketing digital definida.</p>
<p><strong>Mas, afinal, por que, sendo candidato, você precisa se preocupar com marketing político digital?</strong></p>
<p>Marketing Digital são ações planejadas e executadas na Internet para que seu nome (ou de uma marca) possa estar em evidência, gerando os resultados planejados. Numa estratégia de marketing político digital, normalmente preza-se pela veiculação em massa do nome do candidato, normalmente associando seu nome a ações positivas.</p>
<p><a href="http://www.blogdoecommerce.com.br/marketing-politico-digital-eleicoes/" target="_blank">Alberto Valle</a>, consultor especializado no mundo digital, reforça que &#8221;o ingresso do mundo das eleições na internet é uma <strong>experiência completamente nova</strong> (&#8230;). O ambiente é novo, as ferramentas são bem diferentes, e até mesmo a abordagem do eleitor na web é completamente diferente. Não se pode pensar em campanha política na internet como simplesmente um outros lugar para divulgar as peças feitas para a campanha tradicional. Tudo deve ser adaptado e remodelado para esse novo ambiente da disputa eleitoral que é a web&#8221;.</p>
<p>Em uma estratégia de marketing político digital, não se utiliza apenas uma ferramenta: é necessário analisar todo o leque de opções disponíveis e escolher as que melhor se enquadram na estratégia definida. Segundo o publicitário <a href="http://midiaboom.com.br/2010/06/10/andre-telles-vamos-falar-de-marketing-politico-digital/" target="_blank">André Telles</a>, &#8220;o primeiro passo para o desenvolvimento de uma campanha de marketing político digital é planejar todas as ações a serem realizadas pelo candidato. O planejamento vai desde a análise SWOT, a qual tem por objetivo identificar  forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, a estudo dos projetos, seu público-alvo, seus principais concorrentes e seus objetivos nas redes. Identificar as redes sociais mais adequadas para aquele candidato, e o tipo de linguagem abordada, assim como detalhadamente todas as ações propostas&#8221;.</p>
<p><strong>A plataforma SuaRede</strong> possui várias <strong>ferramentas integradas</strong> que permitirá à sua equipe de marketing escolher quais estão mais alinhadas ao planejamento: cadastro de eleitores, envio de newsletters, pesquisas com os seus eleitores, envio de notícias da campanha, blog do candidato, fórum para debates, bate-papo online para tirar dúvidas dos eleitores, agenda do candidato e muito mais.</p>
<p>Conheça hoje mesmo a solução da SuaRede para candidatos. Acesse o <a href="http://suarede.com.br/site/mercados/rede-social-marketing-politico/" target="_blank">hotsite exclusivo</a> neste link.</p>
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		<title>Rede social para empresas</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 20:13:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[rede social corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais para empresas]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba como uma rede social para empresas pode ajudá-lo na comunicação interna e relacionamento com partes interessadas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fala em rede social para empresas, a primeira coisa que se vem à cabeça é mídia digital. Nos últimos anos, estamos diante de uma enxurrada de possibilidades para conseguir um lugar ao Sol. Termos como marketing digital, SEO, análise de mídias digitais, dentre outros, vem ganhando muito espaço no meio corporativo. Perceba que toda essa análise tem uma visão “de fora” da empresa, objetivando atrair novos clientes, avaliar e fortalecer a abrangência da marca. Porém, não é necessário olhar “para dentro”? Não se trata de esquecer o mundo externo, mas sim, ter instrumentos internos efetivos de comunicação, colaboração e, sobretudo, inovação.</p>
<p>Ter uma rede social própria (ou corporativa) abre inúmeras possibilidades de interação e inovação dentro da empresa. Imagine um ambiente onde seja possível:</p>
<ul>
<li>O presidente ouvir todos os seus colaboradores;</li>
<li>Conectar colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros, falando a mesma língua, com o mesmo objetivo;</li>
<li>Inovar cada vez, com informações segmentadas e direcionadas a pessoas certas, na hora certa;</li>
<li>Você se comunicar instantaneamente com profissionais dispostos em diferentes locais;</li>
<li>Garantir a segurança das informações num ambiente controlado por senha e outras políticas de acesso, sem as possibilidades de erro que o e-mail oferece.</li>
</ul>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-244" title="rede-social-empresas-corporativas" src="http://www.suarede.com.br/wp-content/uploads/2011/11/rede-social-empresas-corporativas-300x191.jpg" alt="rede social empresas corporativas 300x191 Rede social para empresas" width="300" height="191" />Nossa plataforma de rede social para empresas possui inúmeras funcionalidades descritas no nosso <a href="http://suarede.com.br/site/mercados/rede-social-corporativa-empresas/" target="_blank">hotsite exclusivo</a>. Também é possível navegar por um site de demonstração para que você tenha real noção do que podemos fazer pela sua empresa. Acesse o nosso site de demonstração de rede social para empresas: <a href="http://suarede.com.br/demonstracao-empresas">http://suarede.com.br/demonstracao-empresas</a>.</p>
<p>Como as redes sociais para empresas podem ajudar o seu negócio? Participe comentando!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Redes Sociais Corporativas: como atrair público?</title>
		<link>http://suarede.com.br/site/230/redes-sociais-corporativas-como-atrair-public/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 12:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[rede social corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais para empresas]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais privadas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.redesocialprivada.com.br/?p=230</guid>
		<description><![CDATA[De acordo com Alexandre Crivellaro, diretor de inovação do IBOPE Media, a distribuição de prêmios, participação de promoções e possibilidade de contato com outros usuários podem atrair colaboradores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Mais do que wikis e blogs, as redes sociais corporativas devem proporcionar benefícios que seus usuários não encontrariam em outras comunidades ou no mundo real.” Assim, Alexandre Crivellaro, diretor de inovação do IBOPE Media, classifica o principal desafio que as companhias enfrentam hoje ao implementar ferramentas colaborativas de relacionamento com seus públicos externos e internos.</p>
<p>Para o especialista, no modelo empresarial, apenas a simples troca de informações entre as pessoas não é suficiente para justificar a adoção dos projetos de redes sociais. “Os serviços disponibilizados na rede, assim como dados referentes a projetos ou outras iniciativas da organização, devem ser exclusivos a seus assinantes”, alerta ele.</p>
<p>Além disso, Crivellaro destaca que o público-alvo das redes sociais deve ser fazer parte de uma política de comunicação extremamente bem elaborada por parte da companhia. Para tanto, ele aponta que a distribuição de prêmios, participação de promoções e possibilidade de contato com outros usuários – independentemente do nível hierárquico – podem ser bem atraentes aos colaboradores.</p>
<p>Fonte: <a title="CIO" href="http://cio.uol.com.br/gestao/2009/04/27/desafio-das-redes-sociais-corporativas-trazer-novos-beneficios-a-usuarios/" target="_blank">CIO</a></p>
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		<title>Nas redes sociais corporativas, educar é mais importante do que controlar</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 11:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[rede social corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais para empresas]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista concedida ao repórter Alexandre Raupp e publicada originalmente na edição 60 da revista BB.COM.VOCÊ, do Banco do Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Qual o papel da comunicação dentro das empresas atualmente e como torna-la mais efetiva?</em><br />
Comunicação hoje tem um papel estratégico dentro das empresas, deixou de ser o &#8220;velho jornalismo corporativo&#8221; de duas décadas atrás para se tornar fundamental no relacionamento com os clientes e com a comunidade, bem como na formação e capacitação dos colaboradores. Para isso, é fundamental que a comunicação esteja conectada às prioridades corporativas, ou seja, a comunicação efetiva nas empresas é aquela que colabora para o atingimento dos objetivos estratégicos.<br />
Existe um desafio evidente na comunicação interna em todas as empresas que é fazer com que cada funcionário tenha conhecimento dos objetivos corporativos, que entenda a estratégia, que viva os valores da empresa e que saiba como o seu trabalho diário pode colaborar para o sucesso de todos.</p>
<p><em>Como a IBM vê as mudanças que a era digital tem provocado na comunicação corporativa?</em><br />
O mundo digital transformou a forma como nos relacionamos e como fazemos negócios, trouxe mais velocidade, derrubou barreiras e vem criando novos modelos de negócios. A globalização que vemos hoje no mundo veio a reboque da internet e das novas tecnologias. Tudo isso exige uma nova comunicação mais alinhada com os negócios, ativa e inovadora, e mais conectada com as demandas da sociedade. O crescimento acentuado das redes sociais é um exemplo evidente dessa transformação da comunicação na era digital.<br />
<a name="more"></a><br />
<em>Como as empresas podem tirar proveito das novas mídias para se relacionar com clientes?</em><br />
As novas mídias, particularmente os blogs e as redes sociais, permitem um relacionamento mais eficaz do que as mídias tradicionais. Além disso, elas podem ser segmentadas e personalizadas para cada público alvo, como por exemplo, clientes e investidores. Em algum casos, permitem até tratar o cliente individualmente. Tudo isso com um custo mais baixo do que as mídias tradicionais. A realidade mostra que a maioria das empresas está começando a implementar estas novas mídias pois é tudo ainda muito novo. Minha recomendação, neste caso, é que as empresas introduzam as novas mídias através de pequenos projetos, bem segmentados e focados, de forma que tenham uma curva de aprendizado contínuo.</p>
<p><em>É possível integrar as mídias tradicionais com as novas mídias na comunicação das empresas ?</em><br />
Sim. Acho isso fundamental, tanto para comunicação interna quanto para comunicação externa. Como disse antes, minha recomendação é que a introdução das novas mídias seja feita de forma suave, de preferência alinhada e complementar às mídias tradicionais.</p>
<p><em>Em tempos de ambiente colaborativo, como controlar a informação, o vazamento de dados e informações estratégicas das empresas?</em><br />
É praticamente impossível controlar isso. A característica principal das novas mídias é a liberdade de relacionamento e de expressão.<br />
Eu tenho uma visão muito pragmática em relação a esse &#8220;tal controle&#8221;. O controle de informação nas empresas é apenas uma percepção, ou melhor, uma boa intenção. As empresas controlam somente o que elas enxergam, somente o que passa nos canais oficiais de comunicação. As empresas não controlam a conversa nos corredores, nos cafezinhos e nos almoços. As empresas não controlam o que os seus funcionários conversam no telefone todos os dias, com familiares, fornecedores e clientes. As empresas não controlam todos os emails que chegam e saem das caixas postais de seus funcionários.<br />
O caminho correto é a conscientização dos funcionários de que informação estratégica é diferencial competitivo, seja ela tratada numa conversa informal, numa reunião de planejamento ou &#8220;postada&#8221; numa rede social. Se o funcionário tiver consciência disso, e sabedor de como cuidar da informação que possui, então não importará o ambiente ou a mídia, ele sempre saberá tratar a informação com critério. Este é um passo importante para uma empresa entrar de verdade num ambiente colaborativo. Portanto, educação e orientação aos funcionários é muito mais importante do que pensar em controle. Para isso, a empresa deve desenvolver um guia corporativo que dará a orientação básica de como os funcionários devem usar as ferramentas sociais.</p>
<p><em>O uso das redes sociais nas empresas gera perda de produtividade?</em><br />
Obviamente que o uso de redes sociais durante o expediente pode distrair e desviar os funcionários de suas prioridades. Se isso acontecer de forma constante é porque a carga de trabalho dos funcionários está suave, que o sistema de gestão da empresa não está funcionando adequadamente, que os funcionários estão desmotivados com suas atividades de trabalho ou que os gerentes não conhecem ou não têm consciência do que os seus subordinados estão fazendo. Basta uma destas condições, ou uma combinação delas, para que as redes sociais no local de trabalho se tornem em algo mais interessante do que o próprio trabalho. O uso que os empregados darão às redes sociais no trabalho será diretamente proporcional ao engajamento e atitude já existente dentro da empresa.<br />
A questão do impacto das redes sociais na produtividade do funcionário é sempre tema de discussões. Existem várias pesquisas que apontam para os dois lados: ganho e perda de produtividade. A minha avaliação é que o acesso livre à internet e o uso de redes sociais nas empresas são boas práticas e, em breve, serão inevitáveis. Em algumas empresas, o uso das redes sociais já é uma necessidade inerente às áreas fins de negócio. Já em outras, dependendo do segmento e das características do trabalho, o acesso às redes sociais pelos empregados pode até gerar mais produtividade. Em alguns momentos do dia, entrar numa rede social e postar um recado poderá causar no funcionário o mesmo efeito de uma pausa, um descanso para a mente. Essa pausa gera um &#8220;refresco&#8221; mental, permitindo que a pessoa volte ao trabalho original com mais concentração e maior produtividade. Funciona quase como uma caminhada nos corredores da empresa ou uma paradinha para tomar um café ou água.</p>
<p><em>Como as redes sociais estão sendo usadas para negócios?</em><br />
O maior benefício gerado pelas redes sociais corporativas é permitir um relacionamento mais intenso e direto com os clientes. E este relacionamento pode ser voltado para divulgação de produtos, para atendimento ao cliente (no conceito de &#8220;customer service&#8221;), para compartilhar ideias e até para desenvolvimento conjunto de novos produtos e servicos. Muitas empresas hoje usam as redes sociais para conhecerem as demandas e expectativas dos clientes em relação a seus produtos. E algumas delas até tem programas onde os clientes opinam e participam em conjunto do desenvolvimento de ideias e inovações.</p>
<p><em>Como o sr. vê o uso das mídias sociais pelo Banco do Brasil &#8211; por meio de ferramentas de comunicação online, como o twitter dos CCBBs e do marketing esportivo do Banco?</em><br />
Tradicionalmente, o Banco do Brasil sempre foi pioneiro na introdução de iniciativas inovadoras de marketing e comunicação. Esta é uma característica da empresa que continua bastante atual. O bb.com e os twitters dos CCBBs são um exemplo disso. Eu particularmente sou seguidor do CCBB_RJ no twitter, onde acompanho a programação mensal do Centro Cultural Banco do Brasil no Rio.</p>
<p>Fonte: <a title="A Quinta Onda" href="http://aquintaonda.blogspot.com/2010/04/quinta-onda_11.html" target="_blank">A Quinta Onda</a></p>
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		<title>Mitos sobre redes sociais corporativas</title>
		<link>http://suarede.com.br/site/219/mitos-sobre-redes-sociais-corporativas/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 22:05:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[rede social corporativa]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas suposições comuns sobre tecnologia de redes sociais corporativas se provaram falsas ou desatualizadas. É hora de reconsiderar esses mitos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É sempre interessante ver o progresso nas atitudes corporativas e na forma como os fornecedores respondem a essa atitude quando se trata de redes sociais empresariais. Após participar dos eventos Enterprise 2.0 Conference, da UBM TechWeb, nos últimos anos, além de cobrir redes sociais para empresas, desde o início, acompanhei muitas mudanças na forma como essas mídias são vistas e nos principais desafios na hora da adoção.</p>
<p>Parte do desafio é superar os mitos que vêm com a tecnologia. Esses mitos ou suposições surgem como motivos para as empresa não adotarem qualquer solução de rede social. No final das contas, não passam de desculpas. Na verdade, a maior parte das suposições que escuto de empresas está errada ou desatualizada – estiveram corretas um dia.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="redes-sociais-corporativas" src="http://www.suarede.com.br/wp-content/uploads/2011/10/redes-sociais-corporativas.jpg" alt="redes sociais corporativas Mitos sobre redes sociais corporativas" width="472" height="325" /></p>
<p>Então, quais são os principais mitos que cercam as redes sociais corporativas e sua adoção? Aqui está meu top 5:</p>
<p><strong>1. A Geração Y entende, os mais velhos, não</strong></p>
<p>Tenho certeza que você já ouviu esse comentário por aí diversas vezes, vindo de fornecedores de redes sociais, analistas e empresas pensando em adotar mídias sociais empresariais. Geralmente, acontece mais ou menos assim: ‘os jovens cresceram usando essas coisas, mas os mais velhos não compreendem e preferem manter e-mail e outros sistemas legados’.</p>
<p>Quando escuto isso, minha vontade é de perguntar: ‘você entrou no Facebook ultimamente?’. Eu dividi meus amigos em menos de 35 e mais de 35 anos e idade parece não importar na frequência com que eles usam a rede. Na verdade, alguns dos usuários mais assíduos e que aproveitam mais as funções do Facebook têm mais de 55 anos.</p>
<p>Eu não me preocuparia com usuários mais velhos ‘entendendo’ rede social. Dizem que existem evidências de que os mais jovens estão deixando o Facebook e outras redes sociais. Mas dizer que os mais jovens estão partindo para alguma coisa mais nova e mais legal e que não irão mais usar redes sociais corporativas também deve virar mito.</p>
<p><strong>2. É como Facebook para sua empresa</strong></p>
<p>Falando em Facebook, outro mito comum ou conceito equivocado é dizer que a rede social corporativa será como o Facebook, mas com um toque corporativo. É claro que existe alguma verdade nisso, já que muitas interfaces e funções são parecidas ou até declaradamente copiadas do Facebook. Mas são coisas completamente diferentes. Um vídeo de treinamento corporativo e The Hangout são vídeos de pessoas falando e fazendo coisas, mas ninguém vai dizer que são a mesma coisa.</p>
<p>Outro problema com as comparações com o Facebook é que pode levar a expectativas de uso irreais.</p>
<p>Sim, muita gente passa muito tempo no Facebook, vendo atualizações de amigos e postando suas próprias informações. Porém, se você espera esse nível de interação entre funcionários de sua empresa em sua rede social corporativa, com certeza, terá uma decepção.</p>
<p>As redes sociais corporativas são, simplesmente, o próximo passo em colaboração e comunicação corporativa e você deve esperar que ela seja usada da mesma forma. Usuários podem considerá-la ferramenta vital para manter contato com colegas, colaborar e saber o que se passa na empresa. Mas eles não vão usar da mesma forma como usam o Facebook.</p>
<p><strong>3. Redes sociais corporativas precisam ser viciantes</strong></p>
<p>Falando em sistemas que ocupam muito tempo do usuário, provavelmente, seu negócio já tem aplicativos e sistemas que os funcionários usam regularmente. Pode ser e-mail, intranet, Google Apps ou qualquer outro aplicativo corporativo ou interface. As chances são de que seus funcionários não irão abandonar essa interface para passar mais tempo na rede social da empresa.</p>
<p>Com sorte, eles não vão precisar. É verdade que até pouco tempo, muitos produtos ‘enterprise 2.0? existiam como interface web separadas, mas muitos deles estão adotando métodos para facilitar a incorporação de suas interfaces e informações com outras ferramentas.</p>
<p>Dessa forma, usuários podem atualizar status, novos conteúdos e outras formas de comunicação pela rede social enquanto realizam o trabalho diário. A rede social não precisa ser viciante, mas precisa estar bem conectada.</p>
<p><strong>4. Redes sociais não são seguras</strong></p>
<p>Outra reclamação recorrente é que a empresa não pode adotar um desses sistemas porque eles não são seguros. A comunicação da empresa pode ser comprometida, arquivos sigilosos podem ser perdidos ou roubados e o cumprimento das regulamentações será impossível.</p>
<p>Todas essas preocupações são legítimas, mas não mais preocupantes do que para qualquer outro aplicativo corporativo, seja e-mail, gerenciamento de documentos ou CRM. A segurança de um produto depende do que ele oferece e de como a empresa o implanta, e não da categoria do produto em si.</p>
<p>Se olharmos para as ofertas de redes sociais corporativas atuais, veremos um bom conjunto básico de opções de segurança, como se encontra em qualquer produto corporativo. Incluindo login único, integração com diretórios e VPNs da empresa e a opção de rodar o produto dentro do firewall da companhia ou em modo SaaS.</p>
<p>Muitos produtos oferecem, também, controle mais refinado sobre comunicação e compartilhamento de arquivos que podem ajudar a rastrear como as informações são criadas e usadas, mas também garante que apenas pessoas autorizadas acessem as informações.</p>
<p><strong>5. Os negócios não precisam de rede social corporativa</strong></p>
<p>É verdade que nenhum negócio precisa de uma rede social, mas, provavelmente, é verdade, também, para 80% das tecnologias corporativas disponíveis hoje em dia. São poucos os produtos que as empresas realmente precisam. Mas isso não significa que as redes sociais corporativas não sejam úteis ou até essenciais para muitos negócios. Da mesma forma como as redes sociais públicas mudaram a forma como as pessoas se conectam e interagem, a rede social corporativa pode ter grande impacto na produtividade e colaboração do funcionário.</p>
<p>O conhecimento constante de tudo em que colegas e grupos trabalham, quais as questões-chave do dia na empresa e quem são os especialistas em certos assuntos pode ajudar e muito.</p>
<p>Mitos e suposições não vão definir o destino da rede social corporativa da sua empresa. No final, ter um bom plano de implantação e garantir que a rede seja desenhada para facilitar e agradar os usuários será um fator decisivo no sucesso de sua rede social e de sua empresa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://informationweek.itweb.com.br/3704/5-mitos-sobre-redes-sociais-corporativas/">Information Week</a></p>
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		<title>A força do atendimento ao cliente</title>
		<link>http://suarede.com.br/site/212/a-forca-do-atendimento-ao-cliente/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 13:40:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento ao cliente]]></category>

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		<description><![CDATA[A importância de estar bem posicionado nas redes sociais, e utilizá-las adequadamente no atendimento ao cliente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-215" title="atendimento-cliente-midias-sociais" src="http://www.suarede.com.br/wp-content/uploads/2011/10/atendimento-cliente-midias-sociais-300x122.jpg" alt="atendimento cliente midias sociais 300x122 A força do atendimento ao cliente" width="300" height="122" />O atendimento ao cliente normalmente é um divisor de águas nas relações de consumo: pode destruir uma marca, ou criar relações de confiança entre consumidor e empresa.</p>
<p>Ontem ficamos positivamente surpresos com a relação entre um cliente do Bradesco e o banco pelo Facebook. O cliente solicitou o cartão através de um verso, postado na FanPage do banco na rede social. Surpreendentemente, o banco atendeu à solicitação do cliente e enviou a resposta também através de um verso. Veja a íntegra abaixo:</p>
<p><em>– [...] Plena falta de cuidado </em><br />
<em>Digna de um jabuti </em><br />
<em>Fazendo compras no mercado </em><br />
<em>O meu cartão eu perdi </em></p>
<p><em>Antes que eu passe fome </em><br />
<em>Faço a solicitação </em><br />
<em>Ao meu Banco preferido </em><br />
<em>PRECISO DE OUTRO CARTÃO! </em></p>
<p>Dez horas depois da postagem, já na manhã desta terça-feira, o Bradesco respondeu em seu perfil oficial, também com versos.</p>
<p><em>– Mauro querido cliente </em><br />
<em>Pra você ter outro cartão </em><br />
<em>à sua agência deve ir pessoalmente </em></p>
<p><em>Mas não será por motivos fúteis </em><br />
<em>Você irá cadastrar uma nova senha </em><br />
<em>E seu cartão chegará em até 7 dias úteis </em></p>
<p><em>Agradecemos a sua compreensão </em><br />
<em>E sempre que precisar </em><br />
<em>Pode contar com a nossa colaboração </em></p>
<p>Nós da SuaRede prezamos pelo atendimento de qualidade e personalizada para cada cliente, assim como o banco Bradesco nessa ocasião. Deixe-nos surpreender você e sua empresa!</p>
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		<title>Demonstração de redes sociais para igrejas, condomínios e uso pessoal</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 21:26:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[rede social corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais para empresas]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais para igrejas]]></category>

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		<description><![CDATA[Inspire-se nas novas redes de demonstração criadas pela SuaRede.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-200" title="Redes de Demonstração" src="http://www.suarede.com.br/wp-content/uploads/2011/10/demonstracao.jpeg" alt=" Demonstração de redes sociais para igrejas, condomínios e uso pessoal" width="500" height="300" />Foram liberadas na última semana três novas redes de demonstração para que os interessados na SuaRede possam visualizar todas as possibilidades com a ferramenta.</p>
<p>As redes sociais criadas como exemplo reforçam a ideia da SuaRede em inspirar seus clientes, fornecendo ideias de personalização e layouts para cada tipo de mercado.</p>
<p>As redes de demonstração podem ser consultadas <a href="http://suarede.com.br/site/rede-social-privada/demonstracao/" target="_blank">neste link</a>.</p>
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